MY MOTORHEAD & HATE

June 5th, 2009

wp-content/images/512.jpg (in process)!
Artwork by Napalm
MY MOTORHEAD
I felt the danger but I couldn´t tell you
All my life I made a lot of noise
I cried alone and I talked to the devil
I´m in the storm, confusion blinds my eyes
My energy is over, stay with me baby Don´t go!
My energy is over, stay with me baby Don´t go!
wp-content/images/513.jpg (shibuya take)!
In Shibuya takes to our new videoclip!
Song: Hate
I can´t stop the bleeding
Dead voices around me
I can´t stop your fight
Im deaf deaf deaf
We can start a war
I feel insane..
“HELLSAKURA @ MY SPACE”:http://www.myspace.com/hellsakura

AVISO FINAL BR

June 3rd, 2009

Aviso Final Zine

A.F. Para começar vc poderia apresentar sua trajetória musical, desde o Okotô, orquestra de bateria, Hats até chegar ao Hellsakura.
Cherry. Oi obrigada por entrar em contato através do seu Zine! O Okotô foi meu start eu aprendi muito com as bandas e pessoas envolvidas mas o mais legal foi ter surgido num momento que a cena independente começou a despertar atenção!
Com a Orquestra de bateria eu senti como os músicos são unidos não só na hora do palco mas tudo que envolve em chegar com mais 30 bateristas pra tocar em um evento .O Hats tenho saudades de tocar com elas pois somos amigas! Minhas raizes com Okotô na guitarra e vocal estavam esperando o momento pra voltar, e quando conheci o baixista Napalm tive a certeza de ser o parceiro no Hellsakura!A baterista Pitchu ahh já nós tocamos juntas várias vezes e musicalmente a gente se entende muito bem!O punk hardcore metal está no sangue dos três, essa é a química que faz a gente ficar unidos.

A.F. Qual é a proposta do Hellsakura? Como surgiu este nome?
Cherry.Humm a gente pensava em um nome que fosse entendido em mais línguas e o significado como diz o Napalm é o contraste , uma luz no fim do tunel!

A.F. Comente sobre a turnê japonesa e a relação com a banda Kamisori.
Cherry.Os Kamisori conheci pelo Rafael da Karasu Killer e tocar junto com eles e ver essa banda em ação e uma adrenalina!Não só pela atitude e gentileza mas eles arregaçam ao vivo faz o sangue ferver dá vontade de se jogar…sabe neh?
Sobre a turnê foi muito legal conhecer um pouco da cena de cada cidade os lugares que tocamos eram todos live houses da cena punk hardcore em alguns lugares como o Huck Finn tem 30 anos de existencia,o The Clash já tocou la, sobre as bandas japonesas é um capítulo a parte porque vi bandas legais em ação como o punk metal do Darge com o Oze cantando algumas frases em portugues,o punk gotico do Vertical,os insanos dos Pest, o Acrostix em Mie Ken e tem o Nek que é formado por brasileiros que incomodam muito. Bandas já bem conhecidas do publico brasileiro como Vivisick e Robin de Tokyo tocaram tambem e ver o show deles em Sp e em Tokyou deu pra sentir a força e influência do hardcore trash japones que se espalha em outros estilos do punk e metal e psycho.
A cena independente comparada ao Br, em termos de atitude e projetos e bem parecida a diferenca está em coisas pequenas mas que funcionam muito como organização, horarios entre as bandas envolvidas e no Br são poucas “live houses” que temos pra um país enorme como esse e a after party de confraternização depois do show e tradição japonesa tambem!O apoio do Rafael (Nek e Darge)e do Yamagami (Cop ,Gas) e do Murochin (Wrench,Abnormals) e dos Kamisori e todas as bandas envolvidas foram importantes pra que desse tudo certo!E aqui no Brasil além da Ataque Frontal, claro meus bandmates Napalm e Pitchu que mantiveram firme a decisao de montar um lineup no Japao em vista dos problemas pra poder embarcar sem eles, isso foi essencial pa tudo dar certo.

A.F. Como surgiu a oportunidade de gravar o split e o EP Sakura Fubuki?
Cherry. O split coincidiu com os “Cem anos de Imigracao no Japil” hehe ( Mixto de Brasil e Japão:-)) ) eu ja vinha mantendo contato com Rafael da Karasu Killer desde o Okotô e o Sakura Fubuki (Tempestade de Sakura) foi o melhor que pudemos fazer pra chegar com material novo na Turnê!

A.F. Vcs disponibilizam as músicas da banda na net? Como lidam com isto?
Cherry. Na net mais pessoas podem conhecer o som baixar etc, isso ajuda muito mas mata tambem…a gente encontra de tudo e tem muito lixo tambem, a vida e assim ne? A cidade de Sp e assim..Ah obrigada sobre a capa do cd!O Napalm baixista é designer grafico e web e faz artwork pro Hellsakura e outras bandas bandas inclusive japonesas.

A.F. Quais são os planos pro futuro? Parece que vai sair um cd live, é verdade?
Cherry. Planos muitos sempre! Lançar vinyl 4 way com Juventude Maldita, Lobotomia,Invasores de cerebros, em novembro sai uma coletânea na Malaysia e shows sempre onde quiserem nós vamos!
Em Dezembro damos suporte pro Meinhof (Uk) e 2010 pro Darge (Jp) e gostaria muito dos Kamisori (Jp) aqui no Brasil! Parece sonho mas a gente sempre realiza…DIY

PORTAL ROCK PRESS – BR

June 3rd, 2009

Quem pensou que a homenagem à imigração japonesa se limitou ao que passou na TV, pode ficar surpreso em saber que a festa se estendeu ao underground com a banda Hellsakura. Encabeçada pela incansável Cherry, a banda lançou recentemente seu CD split com os japoneses do Kamisori e manda ver um punk rock à Ramones + Motörhead. Por Márcio Sno


Entrevista

CH-CH-CHERRY BOMB!

Márcio Sno

Encabeçada pela incansável Cherry, a banda lançou recentemente seu CD split com os japoneses do Kamisori e manda ver um punk rock à la Ramones (com direito a uma música dedicada a eles) com pitadas generosas de Motörhead. Dá pra ter uma idéia da massa sonora que sai daí? Agora imagine esse som misturado com os tradicionais taikôs japoneses? Pois é, eles também fizeram isso e estão dispostos a evoluir mais para realizar o sonho de ir tocar na terra do sol nascente no próximo ano. Go, little japs! Go!

Essa homenagem aos cem anos da imigração japonesa com o CD split foi programada ou nada mais que uma feliz coincidência?

Cherry: Foi uma coincidência mesmo! O primeiro show da banda foi em 2006, no “Dia mundial do Rock”, e de lá pra cá foi o tempo de fazer shows e gravar os sons, divulgar na web. Neste ano de 2008 lançamos o split com a banda japa Kamisori!

Ouvindo as músicas do Hellsakura, mesmo cantadas em português e inglês, tive a impressão dos vocais soarem meio japonês… Isso é fato, proposital ou trata-se apenas de uma viagem minha?

Cherry: É viajem, acho… Bem, acho que é porque não tenho nariz por ser nikkey e o vocal acaba ficando com um timbre esquisito mesmo… (risos)

Cherry, tenho a impressão de que o som que você faz foi cronologicamente ficando mais rápido e sujo. O que diferencia o Hellsakura do Okotô e do Hats?

Cherry: Começando pelo Okotô que eram duas guitarras, essa banda tinha uma pegada metal, HC, punk e na época do álbum Cobaia a gente foi ficando bem rápido em algumas músicas, como a “City of Peace”, que tem participação do Wattie Buchan (The Exploited), era uma época Loco Live total! Quando comecei a tocar bateria era para poder ter mais independência entre o vocal e a guitarra, comecei achar que tudo que tava compondo estava muito igual… Aí surgiu o Hats, que era uma experiência nova, tocar com as meninas que tinham a mesma linguagem em se tratando de letras, por exemplo. Toquei bateria também com Elektrobillys, banda de psychobilly de que tenho muitas saudades. O Hellsakura foi minha volta às raízes para o vocal e guitarra. Conheci o Napalm e ele gostava das mesmas bandas de punk rock às desgraceras da vida… E o baterista Bart conheci dentro da Orquestra de Baterias aqui de São Paulo… Será que consegui responder a pergunta?

Sim, sim! O som de vocês tem bastante influência de Ramones – olhando no geral, muitas bandas novas bebem da mesma água. Você acha que isso ocorre porque Ramones é muito bom mesmo ou porque as bandas “grandes” da atualidade não têm mostrado coisas boas para se tornarem influenciáveis?

Cherry: Ramones é uma banda simples, mas se for ver todas as músicas deles… É um material muito vasto e rico de maluquices sonoras dentro do punk rock, nós adoramos, sim, mas temos outras influências que vão fazendo com que nossa banda tenha personalidade própria, outras bandas grandes que mandam coisas boas, sim, mas os clássicos do punk rock, metal, hardcore são muito marcantes nas nossas vidas!

Como e por que o Kamisori foi escolhido para dividir o split com vocês?

Cherry: Através do Rafael, do selo Karasú Killer, que está no Japão. Ele mostrou a banda e eu pirei com o som deles, um psycho, motorhedão acelerado. Mostrei pro Renato, da Ataque Frontal, que estava curioso também e fechamos a parceria.

E me responda uma coisa: que baixo é aquele do Kamisori?

Cherry: Um Up Right Bass só que em vez de acústico ele é elétrico… Doidera, né?!

Total!. E como foi a performance com o Setsuo Kinoshita e Wadaiko Sho? Como foi essa mistura do tradicional taikô com as guitarras modernas do punk?

Cherry: Isso foi um sonho realizado! Eu ouvia esses taikôs quando fiz a parte tribal da bateria, e posso dizer que o Setsuo chegou junto em termos de pegada, montou o seu set de taikôs e deu pra música um som de montanha! O Setsuo disse que adorou tocar com uma banda de rock, até então eles tinham feito jams com grupos tradicionais de música japonesa ou jazz e com o Hellsakura a gente não precisou segurar o som dos taikôs. Foi perfeita a energia e o contraste!

Além dos sons do CD, vocês possuem mais? Como conseguir?

Cherry: O split com Kamisori é o nosso primeirão, pode ser adquirido pelo site da London Calling [http://www.londoncalling.com.br] ou através do site da Karassú Killer [www.karaskiller.com] fora do Brasil. No Japão tem muitas lojas e sites online também, e com a banda pode ser nos shows mesmo ou pelo e-mail.

Cherry, além de tocar guitarra você também se aventurou tocando em uma orquestra de baterias, junto com o Bart. Como foi isso?

Cherry: Eu estudei bateria com o Dino Verdade e ele é fogo, respira bateria e fiquei doente também em tocar junto com mais 30 bateristas. Por exemplo, imaginem 30 caixas de bateria fazendo KÁ ao mesmo tempo – o coração sai pulando, é muita energia!

Você é veterana no underground, o que acha da influência da internet na divulgação de bandas independentes? E em relação aos downloads de MP3? Mais: de que forma isso tudo contribui e prejudica o seu trabalho?

Cherry: Olha, acho que mais ajuda do que atrapalha, a única coisa é que os internautas não podem ficar preguiçosos e ficar vendo a vida passar no You Tube (por mais que eu também seja meio zumbi na net…). Quando gravamos um álbum não fazemos para as pessoas ficarem sentadas no PC e sim, indo nos shows, mas o fato é que tem muita gente online atrás de MP3 etc. E a banda disponibiliza, sim, em alguns sites como My Space, Trama Virtual, Overmundo e no nosso.

Nos anos 90, a banda independente que cobrava cachê era taxada como mercenária. Hoje em dia é muito comum a banda pedir uma “ajuda de custo”. O que pensa a respeito?

Cherry: Mercenária, pôxa, não me lembro disso… Sempre teve muitas bandas na ativa na cena do rock fazendo coisas boas e outras que não se importam com nada mesmo, às vezes nem com o som, muito menos com cachê… Na minha opinião, as bandas têm que ter músicas para produzir seus CDs, lançar, fazer parcerias com estúdios, selos, merchandising, vídeo clipes etc. porque é tudo bem aproveitado, isso gera despesas. Portanto se uma ajuda de custo faz a banda ir pra
frente então, Let’s Go! Mas as bandas sabem também o que é um bom “cachê”.

Hoje conseguem sobreviver só da banda? O que fazem além?

Cherry: Não, todos têm um trabalho fora a(s) banda(s). Eu trabalho no Hangar 110 [casa de shows de São Paulo] e produções de áudio, o baixista Napalm é ilustrador, designer gráfico, e o Bart faz uns extras como baterista e roadie.


O baixista Napalm também é artista plástico e ficou responsável por todo o visual da banda. Quais outros trabalhos ele vem realizando e onde podemos conferir mais da sua arte?

Napalm: Na verdade, não sou artista plástico, minha formação é de designer gráfico, graças aos meus pais que apostaram em mim, eu consegui entrar numa faculdade pública. Acho que acabaram caindo na real que eu não seria um advogado, médico ou militar (risos). Passo noites como uma coruja, desenhando… Minha munição é uma caixa de lápis de cor e canetas, pincéis, papel bom… Eu acredito que o desenho ultrapassa a escrita, realmente é uma ciência e, hoje em dia, não acho legal ver pessoas usando papel somente nas impressoras.

Hoje eu trabalho com criação de estampas de camisetas, arte final, faço alguns flyers para amigos. Acho que o visual da banda a que você está se referindo deve ser a capa do nosso split e algumas camisetas e cartazes de show do Hellsakura que eu fiz. Eu gosto desse quase do it yourself. Ter a banda, gravar, tocar, fazer os desenhos… Mas muitos amigos nossos já fizeram cartazes pra gente, muito mais legais que os meus… Vejam aqui algumas ilustrações: www.carbonmade.estenio.com

A tradicional cultura nipônica é marcada por movimentos leves, que remetem à concentração, música calma. Em contraponto, os jovens japoneses (também conhecidos como jpop) ouvem músicas barulhentas, roupas e cabelos coloridos e ousados. Como você observa esse contraste?

Cherry: No Japão a rotina é sempre trabalho, estudo, trabalho, estudo. A cultura é muito diferente, atitudes de responsabilidade, humildade, respeito são bem cobradas pela sociedade, acho que isso gera um comportamento contido e eles se jogam no som das bandas e no visual para se expressar, mas não é regra, né?

Falando em imigração japonesa, a mídia sempre divulga que os japoneses trouxeram só coisas boas. Na sua visão como descendente e por sempre usar o termo “invasão japonesa”, o que você pode citar de ruim que foi trazido pelos japoneses e o que o Japão tem de bom e que não é mostrado por aqui?

Cherry: Ah, comer sushi e sashimi é ruim!! Sou vegetariana!! (risos) Bem, a invasão japonesa de que a gente fala é mais inspirada nos monstros e heróis japs que não deixam de ser trash, né? Mas o que me vem à cabeça com essa pergunta é que na época da guerra tinha no Brasil um grupo de imigrantes fanáticos, eram os ShindoRemen, que não aceitavam que o Japão tivesse perdido a guerra, então cometiam atrocidades com outros japoneses que aceitavam e levavam sua vida próxima do estilo brasileiro de ser… Bem, isso nem é muito comentado mesmo dentro da minha família, quero dizer que o radicalismo e preconceito já vinham daquela época e hoje, ao contrário, vemos muitos brasileiros trabalhando no Japão e acabam sofrendo um pouco disso.

Vocês têm ouvido muito rock japonês. Pode traçar um breve panorama da cena underground nipônica?

Cherry: Olha, além dos Kamisoris, queria citar o NEK [Niños em Kombate], banda nova que tem letras que incomodam e divertem os japs, gosto das meninas do The Soup, Spookey e o Corruption of Peace, que é uma banda formada por japoneses com vocalista americano, e as Yellow Machine Gun…

Napalm: Eu gosto muito do Guitar Wolf!

O Mukeka di Rato com toda a sua tosqueira já tocou no Japão. Quando será a vez do Hellsakura?

Cherry: Ano que vem de mala e cuia…

Napalm: E pensamento positivo!

Links relacionados:

www.hellsakura.com
www.myspace.com/hellsakura
www.ataquefrontal.com
www.karasukiller.com
www.carbonmade.estenio.com
www.fotolog.net/estenio

DOLL – Japan

June 3rd, 2009

Interview: Cherry Mie Taketani (Hellsakura)(rafael@karasukiller.com)

by Rafael Karasu

Photo: Jozzu

originally published in DOLL (Japan) #244

11/07

Hell Sakura marks the return Cherry (Ex-Okoto) to the rank of vocal guitar and through a rock made with its better essences, right-hander and rectum.With influences of the bands as Motorhead, L7 and Ramones, the HELLSAKURA comes to show to the public the one that came and of what is capable through an only noise. The band is formed by Cherry (V) (G), Napalmer (B), Bart (D) who in will say a little to them on the band will be the vocal Cherry (Nikei Burajiru Jin).

1- Can you introduce the band to us, Japanese readers, and explain the meaning of the name, Hellsakura?

Hi, the name means something like “cherry from hell”, or “shoyu from hell”, some kind of manga inspiration mixed with something lethal, something kawaii but not really… watch out!

2- Tell me how this band got started and what the main influences are.

It was about time I got back with a band, playing guitar and singing, like post-Okotô… and the bass player, Napalm, was also responsible, after all, besides encouraging me to it, he has lived and been a part of similar moments in the São Paulo alternative rock scene. And the drummer, Bart, I was already observing him because we played in a drum orchestra here, and besides he was coming from a punk rock band! Our biggest influences are Motorhead, Ramones, Black Flag, L7 and female vocals are very important to me!

3- Does everyone in the band have a day job, or do you live solely on the band? Do you play a lot there?

Unfortunately we don’t live solely on the band here in Brazil, this is a country where “culture” isn’t valued, but we still have a strong alternative scene, thanks to the bands and other alternative means. I work with music and production at Hangar 110, a notorious punk rock/hardcore venue here in São Paulo, Napalm is a graphic designer and illustrator and Bart “freelances” with other bands. Hellsakura has played in all possible rock venues and I hope that with the CD release through Karasu Killer we can expand much more! What we like the most around here is to play live and then just rest!

4- Is the song “Gabba Roll” dedicated to Joey Ramone? Tell me about this song.

The lyrics came from a very cool experience I had with another band I played in, called Elektrobillys (a psychobilly band), we opened for the Misfits and Marky Ramone had come with them on drums, in fact, it was my white Pearl drum kit on the stage at the time, that, plus Marky’s “little dance” and other crazy stuff from my head ended up fitting a base that Napalm had shown to me.

5- Tell us about your lyrics, what’s the message you want to convey?

So, as I was saying (laughs) I want to convey anger, rebellion and indignation, but also cool things through “surreal” lyrics or even things that happen on our everyday living here in São Paulo.

6- I know you came to know KAMISORI through a demo that was released in Brazil, how did you come up with the idea of recording a split with them?

Was it a Karasu idea? Or mine? Can you believe I don’t remember it? Well, I need to refresh my memory… I’ll be right back! Their sound is awesome! It’s fast, like a very speedy Motorhead. And what about that bass, huh?

7- Do you think it’s possible to start up a Brazil-Japan connection? Is it possible for us to one day organize Japanese band tours in Brazil and Brazilian band tours in Japan?

I’ve dreamed about that ever since I can remember, but I think this connection already exists naturally, right? The ideal would be that we had more resources to be able to tour. Brazilians get interested in bands from other countries, but few bands have come from Japan to play here, I remember Vivisick, Robin and Guitar Wolf… and the opposite isn’t impossible, after all, Mukeka Di Rato has recently gone on a big tour there!

8- The split with Kamisori will be released in Brazil and will have Japanese distribution as well. What can we expect from the split?

The CD is a way of registering the songs and I hope we get a better promotion for the band in Nihon and that people get to know our songs and of course, we’re able to tour Nihon.

9- How is the punk rock scene in São Paulo?

Many new bands are mixing punk rock and other genres like grunge, post-punk, but I’ve been listening to the classics around here, like Cólera, Vírus 27, Juventude Maldita. What I see is that the number of bands influenced by psychobilly and rockabilly has increased considerably and I love this mix. The rising of new bands is very important, but it’s hard overcoming the obstacles to move forward, not all bands manage to stick together to go through that.

10- Cherry, you’re from Japanese descent; tell us about your relation to the Japanese culture.

I always look for some inspiration, roots to hold on to and move forward, be it through music, food, cartoons, books, or even something my okasan has said. Brazil is a country full of differences, I like it here but I’m aware of my origins, and I value that because I believe it’s a way of doing good things in life! Listen Rafael san, I’ll even take a Sakura tree from here to the house in moving into, can you believe that? I would love if its roots could walk around the streets of São Paulo by themselves (laughs).

11- Next year, in São Paulo and in many other cities in Brazil, there will be celebrations because of the Japanese Immigration Centennial (1908-2008). How will that be? Will you be a part of it?

The media will surely cover the subject, and the split with the Kamisori boys will, coincidently be a bonus! I would love to, of course, if I was invited, I don’t know the scheduling, but I would love to be in on it!

12- Nowadays, about 300 thousand Brazilians live in Japan, most of which are dekasseguis. The Brazilian community in Japan is the third biggest outside Brazil, and the third biggest immigrant community in Japan, behind only the Korean and Chinese communities. What do you know about Japan? Would you like to know the country, or even live here for a while?

Yes, I would love to, and even valuing the Japanese culture since I was a child, I might feel shocked, but I heard that there’s a lot of discrimination from Japanese towards dekasseguis and that revolts me. But still, it would be thrilling! Wait for me, I’ll go straight to Harajuku Station, turn on my amp and guitar, and then I’ll go for some tea in Nagoya with you and your okasan!

13- Leave a message in nihongo???for the Japanese readers of DOLL!

Watashi wa no punk rock hardcore dai suki desu

Dewa “lets rock” shimashou

“Doubutsu tati wo aishite kudassai”

“Shizen wo taisetsu ni shite kudasai”

“Sakê oan mari nomanai de kudassai”

Kyotsukete ne jya odaijini

Arigatou

Cherry ????

Contacts:

www.myspace.com/hellsakura

www.fotolog.com/hellsakura

HELLS BACK TO STUDIO

June 2nd, 2009

wp-content/images/511.jpg (drinks)!
WE NEED SOME DRINKS TONIGHT!
wp-content/images/510.jpg (trio hells)!

Profile: Pitchu

May 30th, 2009

PITCHU – DRUMMER – She has played at the scene of rock with various bands since its beginning in the world of music and metal was his first influence. Pitchu especially loves cooking a barbecue and has a collection of beer stored in your home !
PITCHU – BATERISTA – Ela tem tem tocado na cena do rock com várias bandas desde seu inicio no mundo da musica e metal foi sua primeira influencia .Pitchu adora cozinhar especialmente um churrasco além de ter uma coleção de cervejas guardada na sua casa!

http://www.myspace.com/pitchuferraz

Orion Cymbals

Profile: Napalm

May 30th, 2009

NAPALMER – BASSPLAYER – Graphic artist and illustrator , he did all the covers of Hellsakura´s Cds, T-shirts, and also to the other bands! He likes fast cars, vintage artworks, tattoos and distortion much distortion!

NAPALMER – BAIXISTA – Artista grafico e ilustrador fez todas as capas de cds, camisetas do Hellsakura, alem de outras bandas!Ele curte carros velozes,artworks antigas, e distorçao muita distorçao.

http://www.myspace.com/esteniodesenho
http://www.myspace.com/thrashirt

Profile: Cherry

May 30th, 2009

CHERRY – GUITARPLAYER & VOCALIST – She has been at the scene of rock from an early age as a guitarist and also as a drummer and music production . Cherry loves dogs, tattoos, kimonos, and guitars!
CHERRY – GUITARRISTA & VOCALISTA – Ela tem estado na cena do rock desde muito cedo como guitarrista, alem de baterista e produtora musical. Cherry e vegetariana adora cachorros, tatoos, kimonos e guitarras!
http://www.myspace.com/cherrysickbeat

日本と伯剌西爾 (Brasil)、あまりに距離が離れているため、まだ日本で彼らの事を知っている人は少ないので、少し書き加えます。90年代Vo Cherryは、スケータースラッシュバンド OKOTOのメンバーとして 数々のツアー R。D。P(Ratos de porao)とのMTV LIVE、また The EXPLOITED の 初Brasil ツアーにおいては サポートバンドとして共演し更には 彼らのCD Cobaia では、Watty (EXPLOITED Vo)彼が 彼等の為に作詞した曲 City of peaceが収録されている OKOTOの事は日本でも スラッシュ方面では知っている人も少なくない。OKOTO 解散後Cherryは、更に活動の輪を広げ、UK, USAのアーティスト達とLIVE活動を 行う 彼女が、Drumsを、担当している女性BAND Hats では アメリカの POP PUNK BAND Donita Sparks など 何よりも驚かされたのは、CherryのVideoの中で 彼女がギターを弾き Hatsのメンバーが、Vo、Bass、そして Drumsは、RAMONESのMarky Ramone でRockaway Beachを演っている Live Video。そして 同じく彼女が,Drumsを担当するサイコビリー バンドElectrobillysでは、Misfits、Marky Ramone 、Cenobitas、Diceman等と共演するなどアメリカ、ヨーロッパのバンドにまで及んで活動を行っている。今回来日をはたすHELL SAKURAは、彼女が、今一番力を入れている キャッチーなPUNK ROCKバンド バンド名に桜が使われているのは、なぜなら Cherryの両親は日本人で、まだ 訪れた事のない第二の故郷 日本に対する強い思い入れの現われ。そんな 彼女が、今回日本の色々なバンドの協力を得て やって来る。彼らの 最高にノリの良い PUNK ROCKを、体験し もっと Brasilの事を知ってもらいたい 世界は広い 日本に入って来る情報なんか ヨーロッパ、アメリカまでの 半分にしか満たない それが、全てじゃない。最後にこの紹介文に協力してくれた Cherryより日本のみんなに Cheers!!!                      Corruption Of Peace YAMAGAMI

BLOG DO TAS!

May 30th, 2009

Esse blog e do Marcelo Tas ele bem conhecido no Brasil tem o unico programa no país que vale a pena assistir! A gente recomenda!
Blog do Tas

Outro blog esta no Japão é do Maxwell que faz cinema no Nihon ele mostra uma visão bem especial da cultura e sociedade nipo brasileira.
Seu ultimo post é (“Quase) Tudo sobre o VMA Japan”:http://mtv.uol.com.br/blognoie/blog/quase-tudo-sobre-o-video-music-awards-japan

NEW VIDEO SOON!

May 29th, 2009

We re preparing a new movie from Tokyo!Swiss flue,live shots, crossfire recorded in Shibuya!
wp-content/images/509.jpg (swiss flue)!
Bousouzoku face..
New Pictures @ Nine Spices in Gallery Checkout!